Um encarregado de escritório que não dorme, dentro do seu Telegram.
O Beto faz o orçamento no padrão da CAIXA, tira o contrato, manda para assinar, fecha a medição toda sexta, emite a cobrança e presta contas ao seu cliente. Você conversa; ele produz o papel. O dinheiro da obra continua sendo seu — a cobrança sai na sua chave Pix.
Sem instalar aplicativo. Sem planilha. Funciona por texto ou por áudio.
Como funciona
A obra inteira, do convite ao encerramento
Nada aqui é promessa de roadmap: é o que o Beto faz hoje. Cada bloco abaixo é uma etapa real da obra, na ordem em que ela acontece.
Quem entra na obra, e o que cada um enxerga
Você abre a obra e convida por um código curto: o dono da obra, o encarregado, o fornecedor. Cada pessoa vê só as ferramentas do papel dela — o encarregado registra o diário e não vê a sua margem; o cliente aprova e acompanha, e não mexe no orçamento. Uma pessoa pode ter mais de um papel, e aí o Beto soma o que ela pode fazer.
Convite nunca dá acesso de administrador, e o link do seu cliente é dele: quem tem senha de painel é você.
Orçamento guiado, no modelo oficial da CAIXA
O Beto conduz por 20 categorias do modelo da CAIXA — fundação, alvenaria, instalações, acabamento — e cada uma tem uma faixa de incidência conhecida: quanto aquela etapa costuma pesar no total de uma obra desse tipo. A sugestão dele já nasce dentro da faixa, então você não sai com 40% de acabamento e 3% de fundação sem perceber.
Sai um cronograma físico-financeiro (o que se executa e quanto se recebe em cada etapa), uma planilha .xlsx e um PDF para o cliente ler. Se a obra for grande, dá para fatiar em blocos — cada bloco vira um contrato independente, com medição e recebimento próprios.
O cliente aprova — e fica registrado que aprovou
O Beto apresenta o orçamento ao dono da obra pelo chat ou pela web. A aprovação fica gravada com data e hora. É esse "sim" que vira o contrato, e é ele que você mostra quando alguém diz que combinou outra coisa.
Contrato de verdade, assinado por todo mundo
O contrato é montado a partir de modelo escrito por advogado, não de um texto que o robô inventou na hora. A planilha do orçamento entra como Anexo I — o que foi combinado e o preço andam grudados. O documento vai para assinatura eletrônica com trilha de evidências: um documento só, assinado por todas as partes, e a via final volta para cada um por e-mail.
Guarde esse e-mail: a segunda via fica com o provedor de assinatura, e chega direto a cada parte — não depende de nós.
A obra andando: diário, checklist e pedidos
Diário de obra (RDO) com foto, tempo e o que foi feito. Checklist de tarefas por etapa. Registro de execução do que já está pronto em cada item do orçamento. E um canal de pedidos: quando o cliente pede alguma coisa pelo chat, vira um pedido registrado, com quem pediu e quando — não uma mensagem que some no meio da conversa.
Medição toda sexta, sem você lembrar
É o ritual que segura a obra. Sexta ao meio-dia o Beto te cobra: "vamos fechar a medição da semana?". Sexta às 19h ele entrega ao seu cliente a medição já concluída, com o que avançou em cada etapa e quanto isso representa. O cliente sabe o que pagou e por quê; você não passa o fim de semana montando relatório.
O dinheiro — e ele é seu
O Beto emite a cobrança da parcela na conversa, por Pix, boleto ou cartão, e o pagamento cai direto na sua chave Pix. A plataforma não fica no meio do dinheiro da sua obra: quem recebe é você, e quem presta contas ao seu cliente é você — com o relatório que o Beto monta.
Do outro lado, você registra os desembolsos (material, mão de obra, nota fiscal) e a prestação de contas sai sozinha da medição. O saldo da obra fica na tela, e o que entrou nunca é preço de tabela: é o que realmente caiu.
Quer que a baixa seja automática, sem você conferir extrato? Aí sim a cobrança pode nascer na nossa conta com repasse imediato para a sua: você recebe o combinado na hora do pagamento e a gestão é remunerada por comissão. É opcional, e você escolhe.
Quando o escopo muda — e ele sempre muda
Serviço a mais vira aditivo: o Beto descreve, precifica, manda para o cliente aprovar e só então entra no contrato. É a diferença entre "a gente combinou" e um documento que a outra parte assinou. Se a coisa desandar, existe rescisão com o acerto do que foi executado até ali.
Encerrar direito
No fim, o encerramento fecha a obra com o balanço do que foi executado, do que foi pago e do que sobrou. As vias dos documentos ficam com cada parte. É o que você mostra dali a dois anos, se precisar.
Do lado do seu cliente
Ele recebe um link e abre a obra dele no navegador do celular: orçamento, cronograma, medições, o que já pagou e o que falta. Sem instalar aplicativo, sem senha para esquecer, sem custo para ele. Cliente que acompanha sozinho é cliente que liga menos — e que não discute a fatura.
Onde a conversa acontece
Telegram à vontade. WhatsApp com franquia — e a razão é honesta
Telegram: mensagem não custa nada
- Texto e áudio (o Beto transcreve o que você falou)
- Fotos do diário de obra
- Sem limite de mensagens, em nenhum plano
WhatsApp: 100 mensagens por obra
- A Meta cobra da plataforma cada mensagem enviada — não é limite artificial nosso
- Precisou de mais: pacote de 100 por R$ 37,00, avulso, que não vira mensalidade
- O Beto avisa quando o contador passa de 80%, antes de acabar
Planos
Você paga pela obra que está tocando
Os dois planos têm as mesmas ferramentas — nada do que está nesta página fica escondido atrás do plano mais caro. O que muda é quantas obras andam ao mesmo tempo. Seu cliente e seu encarregado não pagam nada.
Starter
- 1 obra por vez
- Tudo o que está descrito nesta página, sem recurso bloqueado por plano
- Telegram à vontade · 100 mensagens de WhatsApp por obra
- Seu cliente e seu encarregado entram sem pagar nada
- Sobe para o Pro quando a segunda obra chegar
Pro
- 3 obras ao mesmo tempo
- Tudo o que está descrito nesta página, sem recurso bloqueado por plano
- Telegram à vontade · 100 mensagens de WhatsApp por obra
- Seu cliente e seu encarregado entram sem pagar nada
- Obra extra por R$ 117,00, sem limite de quantas
A conta que interessa
O que custa não ter o papel
Não é o preço da mensalidade que decide isso — é o que custa não ter o papel. Um aditivo combinado por WhatsApp e não assinado é o serviço que você fez de graça. Uma medição sem prova é a fatura que o cliente contesta. Um contrato sem anexo do orçamento é a discussão sobre o que estava incluído.
O Beto não promete que a obra vai dar certo. Ele garante que, quando der errado, você tem o documento — com data, com assinatura e com trilha.